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Instituto Inspirare integra iniciativa do MEC para fomentar práticas inovadoras na educação básica

27/8/2015

O Ministério da Educação (MEC) acaba de lançar o Programa de Estímulo à Criatividade na Educação Básica e, como parte de sua estratégia de atuação, estabeleceu um Grupo de Trabalho (GT) nacional do qual o Instituto Inspirare – associado do GIFE – foi convidado a participar.

O GT é formado por seis representantes do Ministério e outras dez lideranças educacionais e tem como principais atribuições: estabelecer diretrizes e um marco legal que possa subsidiar uma política nacional de criatividade e inovação na educação; construir indicadores de qualidade social da educação básica com foco em inovação; e ajudar no mapeamento de práticas inovadoras que já estejam acontecendo no país.

O GT será responsável ainda por organizar grupos regionais com a participação de governos, universidades, Ongs, escolas, estudantes e pais para pensar e propor práticas para uma educação mais criativa e inovadora. Anna Penido, diretora do Inspirare, será a responsável por fomentar o GT do Nordeste 2 (Bahia, Sergipe e Alagoas). Os encontros já terão início agora em agosto.

“Essa é uma ótima oportunidade de estar num grupo estratégico para trazer as referências que acumulamos ao longo dos anos e fazer com que se espelhe na política pública. Além disso, será um prazer trabalhar com as pessoas que fazem parte desse grupo e têm um objetivo comum, que é o de buscar alternativas mais contemporâneas, que dialoguem com a sociedade e o aluno do século 21 e que sejam mais engajadoras, estimulantes e provocadoras, do que a escola que temos conseguido - com toda a dificudade e méritos também - fazer até agora”, comenta Anna Penido.

Na opinião da diretora do Inspirare, trata-se de uma iniciativa ousada do MEC, mas muito interessante e necessária para induzir e fomentar que mais escolas desenvolvam de fato práticas criativas e inovadoras, que ainda são pontuais e exceções na sistema educacional.

O programa, inclusive, já estabeleceu alguns princípios que devem nortear a questão da criatividade na educação, como, por exemplo, pressupor uma cogestão dos projetos políticos pedagógicos; a implementação de um currículo que promova o desenvolvimento integral dos alunos tendo como base a produção de conhecimento, cultura e sustentabilidade; a garantia de um ambiente educacional que seja mais acolhedor e solidário; metodologia baseada no protagonismo e na personalização do estudante; e o fomento à intersetorialidade, ou seja, a articulação dos diversos atores e ativos que podem criar essa rede de direitos para garantir o desenvolvimento integral dos estudantes.

Boas práticas

Uma das estratégias do programa será a identificação de boas iniciativas que possam, em um segundo momento, serem prototipadas e servirem de inspiração e referência para toda a rede. Para isso, o MEC irá lançar, em setembro, uma chamada pública na qual as instituições educativas poderão descrever as ações que realizam, dentro da perspectiva de uma educação inovadora e criativa. Elas serão analisadas e algumas instituições poderão ter suas práticas publicadas em uma plataforma, que também será lançada em setembro.

Fonte: http://www.gife.org.br/artigos_reportagens_conteudo16070.asp

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